O 7 de Setembro em Riacho de Santana.

Quarta, 06 de Setembro de 2017

COMEMORAÇÕES

Desfile Cívico de 7 de  setembro- 2017. Uma iniciativa da Loja  Maçõnica  Estrela  Flamejante,  Capítulo Cavaleiros  da  Estrela  Flamejante  da Ordem  DeMolay nº  863 e  Clube  de  Mães  Guardiãs  das  Sete  Virtudes  de  Riacho  de  Santana,  BA. Em parceria  com: União Fraternal  de  Caetité; Capítulo Caetiteense  nº  559; Priorado Nobres  Cavaleiros  do Sertão nº  156; Castelo  de  Escudeiros  Herdeiros  da  Verdade  nº  59; Bethel  Princesas  da   União  nº  29 da  Ordem  Internacional  das  Filhas  de  Jó; Conselho Comunitário  de  Segurança  Pública  de  Riacho  de   Santana,  BA  ; Secretaria  Municipal  de  Cultura,  Esporte  e  Lazer; Secretaria  Municipal  de  Assistência  e  Ação Social;  Secretaria  Municipal  de  Educação; 38º  Companhia  Independente  da  Polícia  Militar da  Bahia- 2º  Pelotão de  Riacho de  Santana. Tema: Quanto vale os valores? Em 2016 a Loja Maçônica Estrela Flamejante, o Capítulo Cavaleiros da Estrela  Flamejante  e  o Clube  de  Mães  Guardiãs  das  sete  Virtudes  de  Riacho  de  Santana,  BA, tomaram  a  importante iniciativa  de revitalizar  o Desfile  Cívico se  7 de  Setembro no nosso município. Na época, tocados pelos tantos conflitos que se espalhavam pelo mundo, pelo país, e também vivenciados em nosso município, cada qual dentro de suas relações contextuais, mas desencadeando o mesmo clima de terror.  A paz ameaçada, como ainda continuamos a presenciar, assim foi tomada como temática A PAZ! Hoje, ainda dentro da efervescência   das  mesmas  relações   contextuais  conflituosas...ainda   sob a ameaça  da   guerra  e  derrocada  da  paz...trazemos  como  temática  a  raiz  de  toda  essa  problemática:  os valores  sociais...ou melhor... a  falta  desses  valores  no seio  da  sociedade! O mundo hoje vive  a  era  do  TER e  o desmerecimento  do SER. Os princípios morais,  éticos, ruíram... caíram  por terra… A corrupção  se  instaurou de  canto à  canto… Resultado  da  formação  robotizada  e  maquinada  com  o intuito  de  promover  seres  humanos desumanizados. Conduzidos pela  ganância, pelo  abuso de  poder!... poder que  deveria  ter atribuição organizacional  apenas, mas  toma  outra  proporção, numa  conceituação distorcida  de  opressão! Sobre isso Charles  Chaplin,  na  sua  singeleza  e  perceptividade,  já  dizia:  “O  mundo não precisa  de máquinas,  o mundo precisa  de  humanidade.”  E  essa  citação permanece  atual... talvez  mais  atual  do que  nunca  na  nossa  trajetória  histórica! É hora de retroceder!...  sim, retroceder! É hora  de  voltarmos  aos  tempos  em  que  as  pessoas  eram  mais  importantes  que  as  coisas!- se é  que de  fato  esse  tempo já  existiu… É  tempo  de   “rehumanizar”  o mundo! É tempo rever nossos  valores! A tarefa  não é  fácil,  não nos  iludamos...é  preciso que  haja  mobilidade  coletiva.  É  preciso  que  todos os  ambientes  de  formação do indivíduo passe  por um  lento e  doloroso processo de transformação... de  desmecanização  humana! É  preciso  que  voltemos  a  falar  de  amor… É  preciso  despertar a  sensibilidade  humana… Se  enxergar no outro...porque  enquanto  estivermos  presos  as  nossas  individualidades, estaremos encarcerados  por esse  modelo  de  poder que  corrompe. Não podemos  nos  equecer  de  que  corruptos  existem,  porque  existe  igualmente  um  povo corruptível. E  de  que   a  indústria  desses  indivíduos  é  a  sociedade  promotora  do  TER,  que  sufoca  o SER… O SER  humano… O SER  amigo… O SER  solidário… O SER  o outro… O SER  o outro...talvez  esteja  exatamente  aí  o segredo... pois  aquele  que  É  o outro, que  veste  a pele... a  pele  não... a  alma  do outro,  não é  capaz  de  fazer ao outro  aquilo  que  não gostaria  que  fosse feito  a  si  mesmo! E  então  retorno  a  indagação:  quanto vale  os  valores? Primeiro é preciso  conceituar esse  valor.  Estamos a tratar  do valor  do  TER  ou do SER? Se falamos  do valor do  TER... no  jogo do ter  vale  tudo... pessoas  roubam,  matam, estupram, corrompem  e  são corrompidas, pois  nunca  terão o suficiente.  Quanto  mais  se  tem, mais  se  quer ter… Mas  se  o valor  ao qual  nos  referimos  é  o SER... bem, é  claro que  envolve  o ter  também, contudo, não como  meta  principal… e  a  contação de  valores  também  se  faz  numa  outra  moeda:  ter  paz, ter amigos, ter  amor  próprio e  pelos  outros, ter  respeito,  ter lealdade… e  tudo acontece  numa  via  de  sentido  duplo: Ter  paz... é  também  SER paz! Ter amigos... é  também  SER amigo! Ter amor... é  também  SER amor! Ter respeito... é  também  respeitar! Ter  lealdade... é  SER leal  também! Então,  quanto vale  o valor  do  TER? Basta olhar  o alto  preço social  da  desigualdade,  da  discriminação,  da  corrupção  que  ameça  a PAZ... pois  a  ganância  é  a  soberana  do mundo!  Atropela a  tudo e  a  todos, desde  que  seja conveniente. Não sobra  pedra  sobre  pedra! Num processo inclusive  de  autodestruição… E  quanto  vale  o valor do SER? Ah meus amigos... estamos a falar de  uma  moeda  especial... sua  contabilidade  só  ode  ser feita  de ṕ forma  espontânea... e  a  ideia  de  lucro  não cabe  no seu conceito, pois  tem  alicerce  na RECIPROCIDADE!!! É essa  a  mensagem  que  edifica  esse  evento  promovido pela  Loja  Maçônica  Estrela  Flamejante, o Capítulo Cavaleiros  da  Estrela  Flamejante  e  o Clube  de  Mães  Guardiãs  das  Sete  Virtudes.

Texto: Tatyana di Lissandra.

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